Apuração
Vereador · 2024 · PL

Peu Missionário

Jorge Augusto Ramos Lopes · nasceu em 1983

Peu Missionário se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,68← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PL2024PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PL.

VereadorPartidoPL20162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 41 anos, superior completo, músico, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Dourados (MS)
    PL 22789· direita
    suplente1.076 votos
  2. 2016
    Vereador · Dourados (MS)
    PL 22333· direita· na urna, Peu
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Peu Missionário declarou ao TSE R$ 138 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 137 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Dourados (MS) · PL · suplente

De onde veio

R$ 137,3 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 137,3 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Liberal (Pl)R$ 131,2 mil95,6%
  2. Outros candidatosR$ 6.0594,4%

Para onde foi

R$ 131,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 131,2 mil.
  1. Pessoal58 pessoas, não nomeadasR$ 71,7 mil54,6%
  2. Material impressoTudo de Grafica Luar Editora E Papelaria LtdaR$ 47,9 mil36,5%
  3. TransporteR$ 6.1474,7%
  4. InternetR$ 5.4684,2%
  5. EscritórioR$ 28< 0,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Dourados (MS), 2024

Peu Missionário: R$ 122 por voto (mediana da disputa, R$ 150). Quem venceu, Dalton, gastou R$ 48,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 320; o mais barato, R$ 48,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Peu Missionário. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Toninho Rocha PSDR$ 98 mil · 307 votosR$ 320
  • Demilson Souza PLR$ 109 mil · 373 votosR$ 293
  • Cido Da Farmácia PLR$ 98 mil · 385 votosR$ 256
  • Claudio Gaiofato PLR$ 187 mil · 745 votosR$ 251
  • Silvio Da Guarda PLR$ 121 mil · 587 votosR$ 207
  • Sebastian PLR$ 111 mil · 682 votosR$ 163
  • Saraiva CIDADANIAR$ 98 mil · 658 votosR$ 150
  • Tania Cristina Da Silva PSDBR$ 129 mil · 1.013 votosR$ 127
  • Peu Missionário PLR$ 131 mil · 1.076 votosR$ 122
  • Sargento Prates PLR$ 180 mil · 1.627 votosR$ 111
  • Marcelo Mourão PLR$ 186 mil · 2.115 votosR$ 87,9
  • Dalton PLR$ 109 mil · 2.265 votosR$ 48,3

Votos por real

  • 2024, vereador: 8,2 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 752 votos por R$ 1.000, 15 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.