Apuração
Prefeito · 2012 · PCO

Pepe

Pedro Paulo de Abreu Pinheiro · nasceu em 1958

Pepe se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPCO−0,96← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PCO2004PCO2006PCO2008PCO2010PCO2012PCO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PCO.

Vice-pres.GovernadorPrefeitoVereadorPartidoPCO200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 54 anos, superior incompleto. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PCO 29· esquerda
    não eleito782 votos, 0,1%
  2. 2010
    Governador · Minas Gerais
    PCO 29· esquerda· na urna, Pepê
    candidatura não chegou à urna
  3. 2008
    PCO 29· esquerda· na urna, Pepê
    não eleito1.593 votos, 0,1%
  4. 2006
    Vice-presidente · Brasil
    PCO 29· esquerda
    vice na chapa
  5. 2004
    PCO 29029· esquerda· na urna, Pepê
    não eleito
  6. 2002
    Vice-presidente · Brasil
    PCO 29· esquerda
    Na chapa de Rui Costa Pimenta
    chapa não eleita38.516 votos da chapa, 0,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Pepe declarou R$ 9.543 em bens, em reais de hoje.

Em 2012, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 9.543
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.200 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 9.543. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pepe declarou ao TSE R$ 8,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 6,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Belo Horizonte (MG) · PCO · não eleito

De onde veio

R$ 6.498
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 17% identificado como fundo partidário. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.498.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 5.41583,3%
  2. Fundo partidárioTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 1.08316,7%

Para onde foi

R$ 6.498
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 83% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.498.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 5.41583,3%
  2. Material impressoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 1.08316,7%

Quanto custou cada voto: prefeito, Belo Horizonte (MG), 2012

Pepe: R$ 8,31 por voto (mediana da disputa, R$ 8,31). Quem venceu, Marcio Lacerda, gastou R$ 91,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,3; o mais barato, R$ 0,02.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pepe. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 120 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 850 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.