Pelé
Valdecir Guimarães · nasceu em 1961
Pelé se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, até o fundamental, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pelé declarou R$ 100,6 mil em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 6.178 acima da inflação.
Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- PeléR$ 100,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pelé declarou ao TSE R$ 9,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Turmalina (SP) · PTB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 98557,4%
- Próprio bolsoR$ 66138,5%
- PessoasR$ 714,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Turmalina (SP), 2020
Pelé: R$ 0,96 por voto (mediana da disputa, R$ 5,32). Quem venceu, Selma Pinheiro, gastou R$ 0,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,7; o mais barato, R$ 0,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pelé. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Lu Marin DEMR$ 1,8 mil · 36 votosR$ 50,7
- Professora Silvana DEMR$ 1,1 mil · 40 votosR$ 26,5
- Fumim DEMR$ 170 · 8 votosR$ 21,2
- Elaine Jacomassi DEMR$ 170 · 17 votosR$ 9,99
- Antenor Lero PTBR$ 425 · 72 votosR$ 5,90
- Tutão PTBR$ 538 · 101 votosR$ 5,32
- Silvio Bergamini DEMR$ 325 · 83 votosR$ 3,92
- João Biancho DEMR$ 283 · 74 votosR$ 3,82
- Pelé PTBR$ 42 · 44 votosR$ 0,96
- Selma Pinheiro PTBR$ 64 · 79 votosR$ 0,81
Votos por real
- 2020, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.