Pedro Rosa
Pedro Rosa Cabral · nasceu em 1971
Pedro Rosa se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2014, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSOL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2014, não eleito.
Declarou ao TSE em 2014: 43 anos, superior completo, geógrafo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014
- 2010Deputado federal · Rio de JaneiroPSOL 5051· esquerdasuplente1.404 votos; 342º mais votado de 751 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Pedro Rosa teve 1.404 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 342º lugar entre 751 candidatos.
Recebeu votos em 44 cidades. Niterói deu 28,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Pedro Rosa declarou R$ 23,3 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 3% da mediana dos candidatos a senador no Rio de Janeiro em 2014.
- Pedro RosaR$ 23,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 892,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro Rosa declarou ao TSE R$ 52 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para senador: R$ 29 mil.
Campanha a campanha
2014 · Senador · Rio de Janeiro · PSOL · não eleito
De onde veio
- Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 25,8 mil89,4%
- Próprio bolsoR$ 3.05310,6%
Para onde foi
- Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 9.60133,3%
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 2.1127,3%
- InternetR$ 3841,3%
- EscritórioR$ 350,1%
Quanto custou cada voto: senador, Rio de Janeiro, 2014
Pedro Rosa: R$ 0,21 por voto (mediana da disputa, R$ 0,64). Quem venceu, Romário, gastou R$ 0,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 21,9; o mais barato, R$ 0,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro Rosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Carlos Lupi PDTR$ 5 milhões · 228.086 votosR$ 21,9
- Cesar Maia DEMR$ 11,9 milhões · 1.514.727 votosR$ 7,86
- Heitor Fernandes PSTUR$ 9,9 mil · 11.444 votosR$ 0,87
- Liliam Sá PROSR$ 324 mil · 507.872 votosR$ 0,64
- Romário PSBR$ 2,3 milhões · 4.683.963 votosR$ 0,48
- Pedro Rosa PSOLR$ 29 mil · 137.652 votosR$ 0,21
- Diplomata Sebastião Neves REPUBLICANOSR$ 32 mil · 301.162 votosR$ 0,11
Votos por real
- 2014, senador: 4.774 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 65 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.