Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Pedro Paulino

Pedro Paulino de Souza · nasceu em 1983

Pedro Paulino se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 33 anos, superior completo, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15678· centro-direita
    eleito122 votos
  2. 2012
    MDB 15678· centro-direita
    eleito81 votos
  3. 2008
    MDB 15678· centro
    eleito119 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pedro Paulino declarou R$ 144,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2016.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 144,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 89.000 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.

  • Pedro PaulinoR$ 144,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 144,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedro Paulino declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 14 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Reserva do Cabaçal (MT) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 13,7 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 12,4 mil90,6%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Tarcisio Ferrari PrefeitoR$ 1.2959,4%

Para onde foi

R$ 13,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 1.2959,4%
  2. EscritórioR$ 1621,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Reserva do Cabaçal (MT), 2016

Pedro Paulino: R$ 112 por voto (mediana da disputa, R$ 117). Quem venceu, Barreto, gastou R$ 76,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 271; o mais barato, R$ 64,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro Paulino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Renata Toniolo PSCR$ 11 mil · 41 votosR$ 271
  • Dalva Gatti MDBR$ 4,9 mil · 26 votosR$ 188
  • Romilso MDBR$ 7,3 mil · 40 votosR$ 183
  • Fumim PSDR$ 17 mil · 93 votosR$ 180
  • Nenza PSDR$ 13 mil · 87 votosR$ 154
  • Jair Reis PSDR$ 11 mil · 73 votosR$ 145
  • Clovis MDBR$ 11 mil · 92 votosR$ 117
  • Pedro Paulino MDBR$ 14 mil · 122 votosR$ 112
  • Nildão PSDR$ 13 mil · 120 votosR$ 106
  • Barreto MDBR$ 7,3 mil · 95 votosR$ 76,7
  • Nenen Alemão PDTR$ 5,3 mil · 78 votosR$ 67,7
  • João Dimas MDBR$ 5,8 mil · 90 votosR$ 64,4

Votos por real

  • 2016, vereador: 8,9 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 8,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.