Pedro Myal
Pedro Manoel dos Santos · nasceu em 1974
Pedro Myal se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 50 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Pedro Myal declarou R$ 111,1 mil em bens, em reais de hoje: 6,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2020 e 2024, o total subiu R$ 21,2 mil acima da inflação.
Declarou 6,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2024.
- Pedro MyalR$ 111,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 16,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 56,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Van cintroenR$ 55,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veículo fiat/sienaR$ 38,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Brasil prevR$ 14,1 milPrevidência VGBL
- Saldo conta corrente banco do brasilR$ 2.941Conta corrente no país
- Ourocap mensalR$ 199Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Conta poupança banco do brasilR$ 12Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro Myal declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 7,4 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Campo Grande (RN) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.69663,7%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.67636,3%
Para onde foi
- OutrosTudo de Nitro Marketing E Servicos Digitais LtdaR$ 1.64150,8%
- Material impressoTudo de Colorfilme Comercio E Servicos LtdaR$ 82025,4%
- Rádio, TV e vídeoTudo de 31.017.526 Marcelo Andrelino Gondim De FreitasR$ 76623,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Campo Grande (RN), 2024
Pedro Myal: R$ 8,60 por voto (mediana da disputa, R$ 10,3). Quem venceu, Jean Vieira, gastou R$ 4,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 297; o mais barato, R$ 4,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro Myal. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Naiara Fernandes PTR$ 5,9 mil · 20 votosR$ 297
- Jarlene De Dilvan PODER$ 6,5 mil · 41 votosR$ 159
- Pastora Lúcia PODER$ 6,5 mil · 48 votosR$ 136
- Marilândia Holanda MDBR$ 13 mil · 344 votosR$ 37,9
- Alexandre Rocha PTR$ 8 mil · 294 votosR$ 27,4
- Isaac Patricio PODER$ 3 mil · 166 votosR$ 17,8
- Nilson Junior UNIÃOR$ 4,5 mil · 441 votosR$ 10,3
- Lilia Holanda PSBR$ 4,2 mil · 433 votosR$ 9,66
- Pedro Myal MDBR$ 3,2 mil · 375 votosR$ 8,60
- Deginaldo Oliveira PODER$ 5,1 mil · 708 votosR$ 7,26
- Felipinho Pimenta PSBR$ 3,2 mil · 554 votosR$ 5,78
- Jean Vieira PSBR$ 3,2 mil · 655 votosR$ 4,86
Votos por real
- 2024, vereador: 116 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.