Pedro Hartmann
Pedro Bernardo Hartmann · nasceu em 1948
Pedro Hartmann se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 68 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro Hartmann declarou R$ 126,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 14 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Pedro HartmannR$ 126,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro Hartmann declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Roque Gonzales (RS) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.61590,9%
- Fundo partidárioTudo de Partido Do Movimento Democratico BrasileiroR$ 2985,9%
- PessoasR$ 1623,2%
Para onde foi
- EscritórioR$ 310,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Roque Gonzales (RS), 2016
Pedro Hartmann: R$ 16,7 por voto (mediana da disputa, R$ 16,7). Quem venceu, Tânia Vier, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,4; o mais barato, R$ 11,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro Hartmann. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alceu Fenner Leitzke (Cesa) PPR$ 5,5 mil · 97 votosR$ 56,4
- Mari Cruz Both MDBR$ 6,8 mil · 187 votosR$ 36,3
- Justino Souza Da Silva (Melão) PPR$ 4,2 mil · 128 votosR$ 32,5
- Rudi Scheeren PSDR$ 7,1 mil · 258 votosR$ 27,5
- Moacir Issler Machado PPR$ 4,2 mil · 220 votosR$ 19,1
- Ana Terra MDBR$ 4,9 mil · 293 votosR$ 16,8
- Pedro Hartmann MDBR$ 5,1 mil · 304 votosR$ 16,7
- Olavo Spohr PPR$ 6,5 mil · 440 votosR$ 14,9
- José Alfredo Kupske (Burro) PPR$ 5,5 mil · 394 votosR$ 14,1
- Zenone De Pelegrin MDBR$ 4,2 mil · 313 votosR$ 13,6
- Aristeu Machry PPR$ 4,1 mil · 313 votosR$ 13,2
- Tânia Vier MDBR$ 4 mil · 353 votosR$ 11,2
Votos por real
- 2016, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.