Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Pedro Hartmann

Pedro Bernardo Hartmann · nasceu em 1948

Pedro Hartmann se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2016.

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 68 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15222· centro-direita
    eleito304 votos
  2. 2008
    MDB 15222· centro
    eleito330 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pedro Hartmann declarou R$ 126,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 14 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 126,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 77.700 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Pedro HartmannR$ 126,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 126,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro Hartmann declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Roque Gonzales (RS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 5.075
5,9% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.075.
  1. Próprio bolsoR$ 4.61590,9%
  2. Fundo partidárioTudo de Partido Do Movimento Democratico BrasileiroR$ 2985,9%
  3. PessoasR$ 1623,2%

Para onde foi

R$ 5.073
O maior gasto foi com transporte: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.073. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 310,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Roque Gonzales (RS), 2016

Pedro Hartmann: R$ 16,7 por voto (mediana da disputa, R$ 16,7). Quem venceu, Tânia Vier, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,4; o mais barato, R$ 11,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro Hartmann. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.