Pedro Gordo
Pedro dos Santos · nasceu em 1961
Pedro Gordo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2016.
Passou por 3 partidos: PT (2004), PP (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pedro Gordo declarou R$ 66,1 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 41,7 mil acima da inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2020.
- Pedro GordoR$ 66,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 33 mil
- Mediana dos eleitosR$ 94,1 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedro Gordo declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bernardo Sayão (TO) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.76160,6%
- Próprio bolsoR$ 1.79739,4%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.69849,6%
- ServiçosR$ 1.13233,1%
- Material impressoR$ 59417,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Bernardo Sayão (TO), 2020
Pedro Gordo: R$ 52,7 por voto (mediana da disputa, R$ 56,3). Quem venceu, Batista, gastou R$ 10,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 10,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro Gordo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marineide Do Pitomba MDBR$ 4,4 mil · 22 votosR$ 201
- Vilmar Rodrigues MDBR$ 9,1 mil · 79 votosR$ 115
- Neuvan MDBR$ 6,6 mil · 74 votosR$ 89,7
- Ze Romildo MDBR$ 4,7 mil · 60 votosR$ 77,7
- Marcilene Da Dona Dalva MDBR$ 5 mil · 70 votosR$ 70,9
- Missionaria Walquiria MDBR$ 4,4 mil · 72 votosR$ 61,8
- Ze Goiano MDBR$ 2,8 mil · 49 votosR$ 56,3
- Damiao Lacerda MDBR$ 2,6 mil · 47 votosR$ 56,1
- Pedro Gordo MDBR$ 3,4 mil · 65 votosR$ 52,7
- Reginaldo Do Santa Helena MDBR$ 6,2 mil · 141 votosR$ 43,7
- Joãozão PSLR$ 2,5 mil · 80 votosR$ 31,3
- Batista CIDADANIAR$ 1,9 mil · 184 votosR$ 10,5
Votos por real
- 2020, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.