Pedro Fernandes
Pedro Henrique Fernandes da Silva · nasceu em 1983
Pedro Fernandes se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2018, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2006, 2010 e 2014.
Passou por 4 partidos: DEM (2006–2008), MDB (2010), SOLIDARIEDADE (2014), PDT (2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2018, não eleito.
Declarou ao TSE em 2018: 35 anos, superior completo, odontólogo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2014Deputado estadual · Rio de JaneiroSOLIDARIEDADE 77123· centro-direitaeleito75.366 votos; 12º mais votado de 1.846 no estado
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroMDB 15150· centroeleito69.571 votos; 16º mais votado de 1.514 no estado
- 2008Vice-prefeito · Rio de Janeiro (RJ)DEM 25· direitaNa chapa de Solange Amaralchapa não eleita128.596 votos da chapa, 3,9%
- 2006Deputado estadual · Rio de JaneiroDEM 25625· direita· na urna, Pedro Fernandes Netoeleito68.812 votos; 13º mais votado de 1.377 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Pedro Fernandes teve 75.366 votos para deputado estadual, 1,0% dos votos válidos do estado: 12º lugar entre 1.846 candidatos.
Recebeu votos em 86 cidades. Rio de Janeiro deu 82,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,6%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Pedro Fernandes declarou R$ 3 mi em bens, em reais de hoje: 5,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Entre 2006 e 2018, o total subiu R$ 2,6 mi acima da inflação.
Declarou 5,4 vezes a mediana dos candidatos a governador no Rio de Janeiro em 2018.
- Pedro FernandesR$ 3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 552,2 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 12 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 968,3 milOutras participações societárias
- #Nulo#R$ 451,3 milApartamento
- #Nulo#R$ 426,1 milApartamento
- #Nulo#R$ 407,1 milLoja
- #Nulo#R$ 302,1 milSala ou conjunto
- #Nulo#R$ 182,6 milQuotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 127,8 milQuotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 59,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 52,1 milOutros depósitos à vista e numerário
- #Nulo#R$ 12,2 milQuotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 7.610Quotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 3.665Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pedro Fernandes declarou ao TSE R$ 9,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 3,8 milhões.
Campanha a campanha
2018 · Governador · Rio de Janeiro · PDT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 1,7 mi77,4%
- Pessoas26 pessoas, não nomeadasR$ 295,7 mil13,2%
- Próprio bolsoR$ 6.5650,3%
Para onde foi
- Pessoal31 pessoas, não nomeadasR$ 131,1 mil6,5%
- InternetR$ 63,6 mil3,2%
- TransporteR$ 16,3 mil0,8%
Quanto custou cada voto: governador, Rio de Janeiro, 2018
Pedro Fernandes: R$ 4,30 por voto (mediana da disputa, R$ 4,30). Quem venceu, Wilson Witzel, gastou R$ 2,39 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,2; o mais barato, R$ 0,84.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro Fernandes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marcelo Trindade NOVOR$ 3,4 milhões · 86.820 votosR$ 39,2
- Marcia Tiburi PTR$ 8,1 milhões · 447.376 votosR$ 18,1
- Eduardo Paes DEMR$ 21,3 milhões · 1.494.831 votosR$ 14,3
- Indio PSDR$ 5,2 milhões · 454.928 votosR$ 11,5
- Romário PODER$ 5,9 milhões · 664.511 votosR$ 8,92
- Pedro Fernandes PDTR$ 2 milhões · 466.954 votosR$ 4,30
- Dayse Oliveira PSTUR$ 56 mil · 17.499 votosR$ 3,21
- Wilson Witzel PSCR$ 7,5 milhões · 3.154.771 votosR$ 2,39
- André Monteiro PRTBR$ 65 mil · 35.237 votosR$ 1,84
- Tarcísio Motta PSOLR$ 689 mil · 819.248 votosR$ 0,84
Votos por real
- 2018, governador: 233 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 21 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 44 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 37 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.