Apuração
Vereador · 2016 · PT

Pedro Edivan

Pedro Edivan Barbalho · nasceu em 1961

Pedro Edivan se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPT−0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSC2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 3 partidos: PSDB (2004), PSC (2008), PT (2016).

VereadorPartidoPSDBPSCPT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, ensino médio, empresário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Jacundá (PA)
    PT 13111· centro-esquerda
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Jacundá (PA)
    PSC 20000· direita
    eleito1.277 votos
  3. 2004
    Vereador · Jacundá (PA)
    PSDB 45111· centro-direita
    eleito780 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedro Edivan declarou ao TSE R$ 60 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 43 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Jacundá (PA) · PT · suplente

De onde veio

R$ 7.597
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.597.
  1. PessoasR$ 5.66774,6%
  2. Próprio bolsoR$ 1.93025,4%

Para onde foi

R$ 7.597
O maior gasto foi com material impresso: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.597.
  1. Material impressoR$ 4.04853,3%
  2. PessoalR$ 2.91538,4%
  3. ServiçosR$ 4866,4%
  4. EscritórioR$ 1492%

Quanto custou cada voto: vereador, Jacundá (PA), 2016

Mediana da disputa: R$ 27,4 por voto. Quem venceu, Tcharllys Borges, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 14,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Edson 192 PSDBR$ 13 mil · 116 votosR$ 109
  • Luizinho PTR$ 13 mil · 163 votosR$ 81
  • Marcelo Do Almir PSLR$ 12 mil · 183 votosR$ 63,3
  • Irmã Adélia PLR$ 19 mil · 455 votosR$ 41,4
  • Kleber Galvão CIDADANIAR$ 13 mil · 352 votosR$ 35,5
  • Irmã Lane PLR$ 23 mil · 756 votosR$ 30,4
  • Neusa Do Adão PLR$ 14 mil · 508 votosR$ 27,4
  • Edinho PSLR$ 14 mil · 549 votosR$ 24,9
  • Daniel Dos Estudantes PPR$ 22 mil · 1.106 votosR$ 20,2
  • Lindomar PTR$ 18 mil · 906 votosR$ 19,9
  • Prof. José Wilson REPUBLICANOSR$ 12 mil · 657 votosR$ 18,1
  • Tcharllys Borges PLR$ 12 mil · 836 votosR$ 14,2

Votos por real

  • 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.