Lindomar
Lindomar dos Reis Marinho · nasceu em 1966
Lindomar se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PT (2008–2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Lindomar declarou R$ 71,8 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 594,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.
- LindomarR$ 71,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Lindomar declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jacundá (PA) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.14259,7%
- Próprio bolsoR$ 2.12340,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 3.53867,2%
- Material impressoR$ 1.72732,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Jacundá (PA), 2020
Mediana da disputa: R$ 45,9 por voto. Quem venceu, Rafael Garrancho, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.654; o mais barato, R$ 11,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Érika Rezende PSLR$ 21 mil · 8 votosR$ 2.654
- Vanusia Ramos PATRIOTAR$ 12 mil · 15 votosR$ 778
- Edson Souza PSLR$ 15 mil · 81 votosR$ 187
- Welves Art. PSLR$ 11 mil · 68 votosR$ 166
- Domingos Do Sindicato PTR$ 11 mil · 232 votosR$ 49,1
- Irmã Hellen PROSR$ 16 mil · 321 votosR$ 48,6
- Felipe Pinheiro PROSR$ 12 mil · 270 votosR$ 45,9
- Fogoio PATRIOTAR$ 26 mil · 704 votosR$ 36,7
- Wilson Rosa PSLR$ 14 mil · 384 votosR$ 35,8
- Marta Costa PTR$ 13 mil · 416 votosR$ 30,1
- Tcharllys Borges PLR$ 13 mil · 623 votosR$ 21,6
- Rafael Garrancho PODER$ 15 mil · 1.307 votosR$ 11,1
Votos por real
- 2020, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 227 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.