Pedro do Djalma
Pedrovanio Pereira dos Santos · nasceu em 1988
Pedro do Djalma se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em todas.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: PTB (2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 32 anos, até o fundamental, vereador, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pedro do Djalma declarou R$ 430,2 mil em bens, em reais de hoje: 40 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 373,4 mil acima da inflação.
Declarou 40 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2020.
- Pedro do DjalmaR$ 430,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 57,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Toyota hilux ano 2013R$ 129,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Propriedade 77 hectares no poado almessegas em baixa…R$ 114,9 milOutros bens imóveis rural
- 30 Cabeças de gadoR$ 107,7 milRebanho e animais
- Trator agrícolaR$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta pop 100 ano 2018R$ 6.464Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro do Djalma declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Baixa Grande do Ribeiro (PI) · PSB · eleito
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 10,2 mil75,9%
- Próprio bolsoR$ 3.25524,1%
Para onde foi
- Material impressoTudo de George Andre Gomes PereiraR$ 1.33531,1%
- TransporteTudo de Baixa Grande Comercio De Combustiveis E Derivados LtdaR$ 69916,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 46710,9%
- EscritórioR$ 170,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Baixa Grande do Ribeiro (PI), 2020
Pedro Do Djalma: R$ 8,19 por voto (mediana da disputa, R$ 14,1). O voto mais caro custou R$ 403; o mais barato, R$ 8,19.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Morena PPR$ 4,4 mil · 11 votosR$ 403
- Carlene Do Mantega PPR$ 4,3 mil · 85 votosR$ 50,4
- Antônio Do Anizio PSDR$ 6,1 mil · 233 votosR$ 26,2
- Hilton Rocha PPR$ 12 mil · 471 votosR$ 26,1
- Raimundo Batista PSDR$ 4,3 mil · 172 votosR$ 25
- Diana Do Raimundo Oinho PSBR$ 11 mil · 659 votosR$ 16,7
- Mariquinha Do Neguim PPR$ 6,5 mil · 463 votosR$ 14,1
- Zé Filho PSDR$ 3,9 mil · 293 votosR$ 13,3
- Leicivaldo Ribeiro PPR$ 5,8 mil · 537 votosR$ 10,8
- Rodrigo Rocha PSDR$ 4,1 mil · 443 votosR$ 9,34
- Ananias Borges PSBR$ 6,3 mil · 716 votosR$ 8,74
- Pedro Do Djalma PSBR$ 4,3 mil · 523 votosR$ 8,19
Votos por real
- 2020, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.