Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSOL

Pedro Dietz

Albrecht Pedro Dietz · nasceu em 1949

Pedro Dietz se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,76← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PSOL2010PSOL2012PSOL2014PSOL2016PSOL2018PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2004), PSOL (2008–2018).

Dep. estadualPrefeitoPartidoPDTPSOL20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 69 anos, até o fundamental, produtor agropecuário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Goiás
    PSOL 50321· esquerda
    não eleito113 votos; 661º mais votado de 797 no estado
  2. 2016
    Prefeito · Crixás (GO)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito26 votos, 0,3%
  3. 2014
    Deputado estadual · Goiás
    PSOL 50321· esquerda
    não eleito391 votos; 390º mais votado de 717 no estado
  4. 2012
    Prefeito · Crixás (GO)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito13 votos, 0,1%
  5. 2010
    Deputado estadual · Goiás
    PSOL 50321· esquerda
    não eleito3.487 votos; 165º mais votado de 539 no estado
  6. 2008
    Prefeito · Crixás (GO)
    PSOL 50· esquerda
    candidatura não chegou à urna
  7. 2004
    Prefeito · Crixás (GO)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito71 votos, 0,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Pedro Dietz teve 113 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 661º lugar entre 797 candidatos.

Recebeu votos em 16 cidades. Crixás deu 69,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,1%.

113 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 113 votos.
  1. Crixás (GO)78 votos69%
  2. Goiânia (GO)11 votos9,7%
  3. Aparecida de Goiânia (GO)5 votos4,4%
  4. Itapaci (GO)3 votos2,7%
  5. Pilar de Goiás (GO)2 votos1,8%
  6. Outras 1 cidade1 voto0,9%
As outras 2 eleições para deputado
391 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 391 votos.
  1. Crixás (GO)274 votos70,1%
  2. Goiânia (GO)29 votos7,4%
  3. Anápolis (GO)9 votos2,3%
  4. Aparecida de Goiânia (GO)8 votos2%
  5. Itapaci (GO)7 votos1,8%
  6. Outras 21 cidades26 votos6,6%
3.487 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 3.487 votos.
  1. Crixás (GO)3.063 votos87,8%
  2. Goiânia (GO)100 votos2,9%
  3. Santa Terezinha de Goiás (GO)70 votos2%
  4. Uirapuru (GO)57 votos1,6%
  5. Campos Verdes (GO)25 votos0,7%
  6. Outras 29 cidades55 votos1,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pedro Dietz declarou R$ 4.742 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 50,3 mil, já descontada a inflação.

Em 2018, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 4.742
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.919 na declaração)

Declarou 1% da mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2016.

  • Pedro DietzR$ 4.742
  • Mediana dos candidatosR$ 682,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 870,6 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 4.742. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Pedro Dietz declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 32 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Goiás · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 1.018
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2018.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2018

Mediana da disputa: R$ 37,7 por voto. Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 19,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 301; o mais barato, R$ 19,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 74 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 0,40 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 109 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.