Pedro Cardoso
Pedro Cardoso de Sousa · nasceu em 1954
Pedro Cardoso se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2008), PSD (2012), PODE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro Cardoso declarou R$ 195 mil em bens, em reais de hoje: 8,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 81,7 mil acima da inflação.
Declarou 8,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- Pedro CardosoR$ 195 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residdencial na rua sao vicente n. 468R$ 146,2 milCasa
- Veiculo prisma de placa nin 1696R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Viculo corsa de placa lvr 3177R$ 11,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Valor em especieR$ 4.874Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Pedro Cardoso declarou ao TSE R$ 51 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Demerval Lobão (PI) · PODE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 15,4 mil80,8%
- PessoasR$ 3.19016,7%
- Outros candidatosR$ 4712,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 13,7 mil71,8%
- ServiçosR$ 5.24627,5%
- Material impressoR$ 1470,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Demerval Lobão (PI), 2016
Pedro Cardoso: R$ 163 por voto (mediana da disputa, R$ 57,3). Quem venceu, Deido Alves, gastou R$ 31,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 348; o mais barato, R$ 31,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro Cardoso. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Balduíno PRPR$ 32 mil · 93 votosR$ 348
- Pedro Cardoso PODER$ 19 mil · 117 votosR$ 163
- Professor Antonio Wilson MDBR$ 19 mil · 124 votosR$ 153
- Genevaldo Silva PSCR$ 29 mil · 195 votosR$ 148
- Valdeci Campelo PTBR$ 24 mil · 331 votosR$ 72,5
- Ernesto Rossi CIDADANIAR$ 19 mil · 314 votosR$ 60,4
- Pe De Serra MDBR$ 36 mil · 630 votosR$ 57,3
- Alessandra Lopes PSDR$ 21 mil · 413 votosR$ 52
- Leite PSBR$ 22 mil · 462 votosR$ 47,5
- Mavilson Veloso MDBR$ 24 mil · 560 votosR$ 42,7
- Toinho Moto Táxi PSDBR$ 17 mil · 465 votosR$ 35,7
- Deido Alves MDBR$ 16 mil · 514 votosR$ 31,7
Votos por real
- 2016, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.