Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PTB

Pedro Angelo

Pedro Angelo da Silva de Lima · nasceu em 1978

Pedro Angelo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPTB−0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2012PT2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: PT (2004–2012), PTB (2016).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPTPTB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Juquitiba (SP)
    PTB 15· centro-direita
    Na chapa de Nilson Fiscal
    chapa não eleita3.082 votos da chapa, 17,8%
  2. 2012
    Vereador · Juquitiba (SP)
    PT 13131· centro-esquerda
    eleito396 votos
  3. 2004
    Vereador · Juquitiba (SP)
    PT 13131· centro-esquerda· na urna, Prof. Pedro Angelo
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pedro Angelo declarou R$ 72,6 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2016.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 72,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 44.670 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 72,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro Angelo declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 21 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Juquitiba (SP) · PT · eleito

De onde veio

R$ 21,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,1 mil.
  1. PartidoTudo de Direção Estadual/DistritalR$ 10,8 mil51,2%
  2. Próprio bolsoR$ 9.27143,9%
  3. PessoasR$ 5812,7%
  4. EmpresasR$ 4572,2%

Para onde foi

R$ 21,1 mil
O maior gasto foi com transporte: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosTudo de Claudio Alexandre Gonçalves MeR$ 3.86918,3%
  2. EventosR$ 1.4827%

Quanto custou cada voto: vereador, Juquitiba (SP), 2012

Pedro Angelo: R$ 53,4 por voto (mediana da disputa, R$ 53,4). Quem venceu, Willians Soares, gastou R$ 28,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.904; o mais barato, R$ 28,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro Angelo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.