Apuração
Vereador · 2008 · PSB

Pedro Andrade

Pedro Alves de Andrade · nasceu em 1967

Pedro Andrade se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2006PSB2008PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSB.

Dep. federalVereadorPartidoPSB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, superior completo, pedagogo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Lagamar (MG)
    PSB 40123· centro-esquerda
    suplente264 votos
  2. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSB 4063· centro-esquerda
    suplente825 votos; 353º mais votado de 528 no estado
  3. 2004
    Vereador · Lagamar (MG)
    PSB 40140· centro-esquerda· na urna, Pedro
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Pedro Andrade teve 825 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 353º lugar entre 528 candidatos.

Recebeu votos em 33 cidades. Lagamar deu 75,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,2%.

825 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 825 votos.
  1. Lagamar (MG)623 votos75,5%
  2. Uberlândia (MG)44 votos5,3%
  3. João Pinheiro (MG)30 votos3,6%
  4. Vazante (MG)21 votos2,5%
  5. Belo Horizonte (MG)14 votos1,7%
  6. Outras 18 cidades23 votos2,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro Andrade declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Lagamar (MG) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 11,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,3 mil.
  1. PessoasR$ 6.29255,8%
  2. Outros candidatosR$ 4.98544,2%

Para onde foi

R$ 11,3 mil
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Lagamar (MG), 2008

Pedro Andrade: R$ 42,7 por voto (mediana da disputa, R$ 17,5). Quem venceu, Marcinho, gastou R$ 4,27 por voto. O voto mais caro custou R$ 71,8; o mais barato, R$ 3,30.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro Andrade. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 132 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.