Pedro
Radames Pedro Cappelari · nasceu em 1960
Pedro se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PDT (2004–2008), PP (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vice-prefeito · Jacuizinho (RS)PP 11· direita· na urna, Pedro CappelariNa chapa de Dinizchapa não eleita1.055 votos da chapa, 49,7%
- 2008Prefeito · Jacuizinho (RS)PDT 12· centro-esquerda· na urna, Pedro Cappelarinão eleito974 votos, 47,5%
- 2004Vice-prefeito · Jacuizinho (RS)PDT 12· centro-esquerda· na urna, Pedro CappelariNa chapa de Gilsonchapa eleita980 votos da chapa, 51,0%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro declarou R$ 804,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 4,6 mi, já descontada a inflação.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.
- PedroR$ 804,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Colheitadeira tc 57R$ 324,9 milOutros bens móveis
- Trator 7630 new holland ano 2004R$ 130 milOutros bens móveis
- Max prey ano 2001R$ 130 milOutros bens móveis
- Trator 7630 new holland ano 2001R$ 113,7 milOutros bens móveis
- Camionete F250R$ 65 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 40,6 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedro declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Jacuizinho (RS) · MDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.42049,1%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 4.37248,6%
- Fundo partidárioR$ 2062,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Jacuizinho (RS), 2016
Pedro: R$ 20,6 por voto (mediana da disputa, R$ 24,3). Quem venceu, Capitanio, gastou R$ 32,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 33,7; o mais barato, R$ 20,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joao Luiz Fiuza PSBR$ 3,2 mil · 95 votosR$ 33,7
- Capitanio PDTR$ 25 mil · 788 votosR$ 32,1
- Alencar PPR$ 14 mil · 571 votosR$ 24,3
- Pedro MDBR$ 9 mil · 436 votosR$ 20,6
Votos por real
- 2016, prefeito: 48 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 72 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.