Apuração
Vereador · 2016 · PTB

Pedrinho Mizael

Pedro Rodrigues dos Santos Neto · nasceu em 1962

Pedrinho Mizael se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2008), PTB (2016).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSDBPTB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Orizona (GO)
    PTB 14567· centro-direita
    suplente213 votos
  2. 2008
    Vice-prefeito · Orizona (GO)
    PSDB 11· centro-direita
    Na chapa de Dr Itamar
    chapa não eleita3.326 votos da chapa, 38,6%
  3. 2004
    Vereador · Orizona (GO)
    PSDB 45633· centro-direita
    eleito327 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pedrinho Mizael declarou R$ 6.499 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 1,6 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 6.499
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 4.000 na declaração)

Declarou 16% da mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.

  • Pedrinho MizaelR$ 6.499
  • Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 6.499. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedrinho Mizael declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 25 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Orizona (GO) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 4.493
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.493.
  1. OutrosR$ 2.29951,2%
  2. Próprio bolsoR$ 1.91142,5%
  3. PessoasR$ 1623,6%
  4. Outros candidatosR$ 1212,7%

Para onde foi

R$ 4.493
O maior gasto foi com pessoal: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.493.
  1. PessoalR$ 2.13747,6%
  2. Material impressoR$ 1.25527,9%
  3. ServiçosR$ 64814,4%
  4. TransporteR$ 45310,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Orizona (GO), 2016

Mediana da disputa: R$ 27 por voto. Quem venceu, Elson Caixeta, gastou R$ 15 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,7; o mais barato, R$ 15.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.