Zé Gonzaga
José Gonzaga · nasceu em 1957
Zé Gonzaga se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, superior completo, membro das forças armadas, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zé Gonzaga declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 37 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 886,6 mil acima da inflação.
Declarou 37 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Zé GonzagaR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Zé Gonzaga declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Orizona (GO) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Orizona (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 17,7 por voto. Quem venceu, Nagibinho, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 472; o mais barato, R$ 11,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juraci Alves PSLR$ 2,8 mil · 6 votosR$ 472
- Tiãozinho Do Santana PSLR$ 4,2 mil · 37 votosR$ 115
- Sônia Martins Do Taquaral PSLR$ 4,2 mil · 44 votosR$ 96,5
- Dr Riva MDBR$ 24 mil · 320 votosR$ 76,4
- Ulysses Castro MDBR$ 8,9 mil · 310 votosR$ 28,6
- Ivonete Ferreira MDBR$ 2,8 mil · 155 votosR$ 18
- Sílvio Da Laurinda PPR$ 3,2 mil · 183 votosR$ 17,7
- Samuel Medeiros DEMR$ 3,1 mil · 186 votosR$ 16,6
- Flávio Dias PSBR$ 4,4 mil · 269 votosR$ 16,5
- João Lucas MDBR$ 4,4 mil · 323 votosR$ 13,6
- Roseli DEMR$ 4,8 mil · 392 votosR$ 12,3
- Nagibinho PSDBR$ 2,8 mil · 243 votosR$ 11,5
Votos por real
- 2020, vereador: 115 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 49 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.