Apuração
Prefeito · 2012 · PT

Pedrinho

Pedro Flores de Oliveira · nasceu em 1958

Pedrinho se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

PrefeitoPartidoPT200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 54 anos, ensino médio, trabalhador de fabricação de papel e papelão. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Correia Pinto (SC)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito2.400 votos, 23,7%
  2. 2008
    Prefeito · Correia Pinto (SC)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito1.100 votos, 10,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Pedrinho declarou R$ 254,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 16,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 254,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 116.000 na declaração)

Declarou 39% da mediana dos candidatos a prefeito em Santa Catarina em 2012.

  • PedrinhoR$ 254,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 645,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 686,4 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 254,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pedrinho declarou ao TSE R$ 274 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 239 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Correia Pinto (SC) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 239,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 33 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 239,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas33 pessoas, não nomeadasR$ 78,6 mil32,9%
  2. Próprio bolsoR$ 68 mil28,4%

Para onde foi

R$ 239,1 mil
O maior gasto foi com transporte: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 239,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal48 pessoas, não nomeadasR$ 25,4 mil10,6%
  2. RepassesTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 23,4 mil9,8%
  3. EscritórioR$ 7.0553%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 8660,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Correia Pinto (SC), 2012

Pedrinho: R$ 99,6 por voto (mediana da disputa, R$ 80,2). Quem venceu, Vânio Forster, gastou R$ 80,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,6; o mais barato, R$ 37,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pedrinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.