Pedrão Dionísio
Pedro Dionisio Pereira · nasceu em 1956
Pedrão Dionísio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PSDB (2004), REPUBLICANOS (2008), DEM (2012), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008Vereador · Cachoeira de Minas (MG)REPUBLICANOS 10123· centro-direita· na urna, Pedrãocandidatura não chegou à urna
- 2004Vice-prefeito · Cachoeira de Minas (MG)PSDB 45· centro-direita· na urna, Pedrão Tio CiaNa chapa de Décio Monteiro Dionísiochapa não eleita2.680 votos da chapa, 38,6%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pedrão Dionísio declarou R$ 785,7 mil em bens, em reais de hoje: 36 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 832,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 36 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Pedrão DionísioR$ 785,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Terreno em area rural tamanho 06.51R$ 430,9 milTerra nua
- Lote na cidade de cachoeira de minas 200M2R$ 143,6 milTerreno
- Aderneta de poupancaR$ 125 milCaderneta de poupança
- GipeR$ 86,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedrão Dionísio declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 1,4 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cachoeira de Minas (MG) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 39656%
- TransporteR$ 30342,8%
- EscritórioR$ 81,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeira de Minas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,80 por voto. Quem venceu, Pedro Neco, gastou R$ 5,37 por voto. O voto mais caro custou R$ 69,6; o mais barato, R$ 2,42.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelha Do Messias Ismael PTBR$ 8,4 mil · 120 votosR$ 69,6
- Thomaz Viani PPR$ 1,4 mil · 41 votosR$ 34,5
- Diogo Ribeiro Tito PTBR$ 2,2 mil · 147 votosR$ 14,9
- Marcília Professora DEMR$ 2 mil · 161 votosR$ 12,5
- Natal PPR$ 708 · 60 votosR$ 11,8
- Juraci Do Raio X PTBR$ 2,2 mil · 218 votosR$ 10,00
- Zé Cosquinha SOLIDARIEDADER$ 1,1 mil · 117 votosR$ 9,80
- João Moreno DEMR$ 1,6 mil · 243 votosR$ 6,78
- Tarcisio Júnior DEMR$ 1 mil · 174 votosR$ 5,95
- Pedro Neco DEMR$ 1,4 mil · 256 votosR$ 5,37
- Zé Treta SOLIDARIEDADER$ 976 · 199 votosR$ 4,91
- Beto Betsa AVANTER$ 870 · 360 votosR$ 2,42
Votos por real
- 2020, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 216 votos por R$ 1.000, 5,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.