Décio Monteiro Dionísio
nasceu em 1968
Décio Monteiro Dionísio disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Cachoeira de Minas (MG)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 35 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Décio Monteiro Dionísio declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Cachoeira de Minas (MG) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 26,3 mil57,3%
- EmpresasTudo de Eunice Ind. E Com. Ltda.R$ 19,5 mil42,7%
Para onde foi
- EscritórioR$ 1920,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cachoeira de Minas (MG), 2004
Décio Monteiro Dionísio: R$ 17,1 por voto (mediana da disputa, R$ 17,1). Quem venceu, Gilberto, gastou R$ 4,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,5; o mais barato, R$ 4,50.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Décio Monteiro Dionísio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Josemar Augusto PTR$ 84 mil · 1.220 votosR$ 68,5
- Décio Monteiro Dionísio PSDBR$ 46 mil · 2.680 votosR$ 17,1
- Gilberto PTBR$ 12 mil · 2.772 votosR$ 4,50
Votos por real
- 2004, prefeito: 59 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.