Marquinho Pecoré
Marcons Luis Pereira · nasceu em 1970
Marquinho Pecoré se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PHS (2004), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, superior completo, assistente social, cor indígena. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marquinho Pecoré declarou R$ 50,3 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Marquinho Pecoré declarou ao TSE R$ 9,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Amaturá (AM) · PHS · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impresso2 pessoas, não nomeadasR$ 4.30144%
- Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 3.91040%
- Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 1.56416%
Quanto custou cada voto: vereador, Amaturá (AM), 2004
Pecoré: R$ 61,5 por voto (mediana da disputa, R$ 89,7). Quem venceu, Amadeu, gastou R$ 29,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 543; o mais barato, R$ 23,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pecoré. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mafra MDBR$ 1,6 mil · 3 votosR$ 543
- Luiza PPR$ 9,8 mil · 40 votosR$ 244
- Inacio MDBR$ 9,8 mil · 48 votosR$ 204
- Biga AGIRR$ 9,8 mil · 68 votosR$ 144
- Jane DEMR$ 9,8 mil · 82 votosR$ 119
- Feinho DEMR$ 2,9 mil · 26 votosR$ 112
- Torquato MDBR$ 9,8 mil · 109 votosR$ 89,7
- Pecoré PHSR$ 9,8 mil · 159 votosR$ 61,5
- Manoel Ramos PTBR$ 3,6 mil · 65 votosR$ 55,1
- Siriaco PTBR$ 3,3 mil · 94 votosR$ 34,7
- Amadeu PTBR$ 4,9 mil · 165 votosR$ 29,6
- Rocha MDBR$ 1,8 mil · 76 votosR$ 23,6
Votos por real
- 2004, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.