Apuração
Vereador · 2012 · MDB

Pé Grande

Edemar Hermes · nasceu em 1956

Pé Grande se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,10← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 56 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Segredo (RS)
    MDB 15500· centro-direita
    eleito225 votos
  2. 2008
    Vereador · Segredo (RS)
    MDB 15500· centro
    candidatura não chegou à urna
  3. 2004
    Vereador · Segredo (RS)
    MDB 15500· centro
    eleito218 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Pé Grande declarou R$ 233,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 208,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 233,4 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 106.500 na declaração)

Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • Pé GrandeR$ 233,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 233,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Uma casa mista com 162 m² segredoR$ 109,6 mil
    Casa
  2. Gol ralie ano 2008/09R$ 76,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Um terreno na rua angelo carnielR$ 32,9 mil
    Terreno
  4. Veiculo VW gol 1000 ano 1995R$ 14,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pé Grande declarou ao TSE R$ 8,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Segredo (RS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 4.321
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.321. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 3.76987,2%

Para onde foi

R$ 4.321
O maior gasto foi com transporte: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.321. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 3257,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Segredo (RS), 2012

Pé Grande: R$ 19,2 por voto (mediana da disputa, R$ 17). Quem venceu, Renato Mergen, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 71,9; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pé Grande. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Clecio Vianei Limberger MDBR$ 3,8 mil · 53 votosR$ 71,9
  • Isaias Dalazenha MDBR$ 3,1 mil · 91 votosR$ 34
  • Ademar Papa MDBR$ 5,6 mil · 200 votosR$ 28,1
  • Pé Grande MDBR$ 4,3 mil · 225 votosR$ 19,2
  • Betinho MDBR$ 3 mil · 170 votosR$ 17,7
  • Segatto PDTR$ 3 mil · 176 votosR$ 17,1
  • Gilmar Henker MDBR$ 6 mil · 353 votosR$ 17
  • Mano PTR$ 5,1 mil · 334 votosR$ 15,2
  • Cinei PPR$ 4,8 mil · 318 votosR$ 15,1
  • Robattini MDBR$ 5,6 mil · 450 votosR$ 12,4
  • Zaluar Jose Jahn MDBR$ 3 mil · 249 votosR$ 12,2
  • Renato Mergen PPR$ 3,1 mil · 274 votosR$ 11,3

Votos por real

  • 2012, vereador: 52 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.