Paulo Wengrat
Paulo Roberto Wengrat · nasceu em 1965
Paulo Wengrat se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Wengrat declarou R$ 186,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Paulo WengratR$ 186,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Wengrat declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Panambi (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.98172,7%
- PessoasR$ 2.38324,8%
- Fundo partidárioR$ 2362,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.90372,6%
- EscritórioR$ 2.59927,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Panambi (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 24,5 por voto. Quem venceu, Martim Zachow, gastou R$ 7,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 85; o mais barato, R$ 7,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo MDBR$ 10 mil · 119 votosR$ 85
- George Stiegemeier MDBR$ 10 mil · 180 votosR$ 57,9
- Enfermeira Débora PTBR$ 15 mil · 373 votosR$ 39,8
- Luis Schneider PDTR$ 16 mil · 420 votosR$ 37,7
- Zancanaro DEMR$ 20 mil · 573 votosR$ 35,2
- Cardinal PPR$ 14 mil · 554 votosR$ 24,6
- Chico PTR$ 15 mil · 630 votosR$ 24,5
- Raul Mayer PPR$ 10 mil · 494 votosR$ 21,2
- Romario PDTR$ 11 mil · 567 votosR$ 19,9
- Léo Almeida PPR$ 19 mil · 1.075 votosR$ 18
- Colombo MDBR$ 14 mil · 1.119 votosR$ 12,7
- Martim Zachow PPR$ 13 mil · 1.662 votosR$ 7,90
Votos por real
- 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.