Cardinal
Sérgio Eloi Cardinal · nasceu em 1967
Cardinal se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Cardinal declarou R$ 76,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 36,2 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- CardinalR$ 76,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cardinal declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Panambi (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.76357%
- PartidoR$ 5.20938,2%
- PessoasR$ 6504,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 7.74456,8%
- Material impressoR$ 3.63326,7%
- ServiçosR$ 2.16615,9%
- EscritórioR$ 800,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Panambi (RS), 2012
Cardinal: R$ 24,6 por voto (mediana da disputa, R$ 24,5). Quem venceu, Martim Zachow, gastou R$ 7,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 85; o mais barato, R$ 7,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cardinal. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo MDBR$ 10 mil · 119 votosR$ 85
- George Stiegemeier MDBR$ 10 mil · 180 votosR$ 57,9
- Enfermeira Débora PTBR$ 15 mil · 373 votosR$ 39,8
- Luis Schneider PDTR$ 16 mil · 420 votosR$ 37,7
- Zancanaro DEMR$ 20 mil · 573 votosR$ 35,2
- Cardinal PPR$ 14 mil · 554 votosR$ 24,6
- Chico PTR$ 15 mil · 630 votosR$ 24,5
- Raul Mayer PPR$ 10 mil · 494 votosR$ 21,2
- Romario PDTR$ 11 mil · 567 votosR$ 19,9
- Léo Almeida PPR$ 19 mil · 1.075 votosR$ 18
- Colombo MDBR$ 14 mil · 1.119 votosR$ 12,7
- Martim Zachow PPR$ 13 mil · 1.662 votosR$ 7,90
Votos por real
- 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.