Paulo Vitor
Paulo Vitor de Lima Gonçalves · nasceu em 1985
Paulo Vitor disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Frei Miguelinho (PE)), pelo PSD: eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Vitor declarou R$ 170,9 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Paulo Vitor declarou ao TSE R$ 9,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Frei Miguelinho (PE) · PSD · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.02652,6%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 4.04842,4%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Romildo Lourival De Lima PrefeitoR$ 4795%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 6486,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4865,1%
- EscritórioR$ 60,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Frei Miguelinho (PE), 2016
Paulo Vitor: R$ 14,9 por voto (mediana da disputa, R$ 15,4). Quem venceu, Doutor Neto, gastou R$ 6,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,3; o mais barato, R$ 6,20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Vitor. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pollyane Neta De Biu Lucas PTR$ 4,7 mil · 81 votosR$ 58,3
- Lucimar (Mô) PVR$ 5 mil · 94 votosR$ 53,3
- Bilica PSDR$ 5,5 mil · 253 votosR$ 21,9
- Moisés PSBR$ 15 mil · 708 votosR$ 20,7
- Marcelo PSDR$ 5,3 mil · 284 votosR$ 18,6
- Zé Nivaldo DEMR$ 5,9 mil · 325 votosR$ 18,2
- Zé Geraldo PLR$ 4,4 mil · 284 votosR$ 15,4
- William Arruda REPUBLICANOSR$ 5,9 mil · 385 votosR$ 15,4
- Paulo Vitor PSDR$ 9,6 mil · 643 votosR$ 14,9
- Tuba PSDR$ 5,6 mil · 484 votosR$ 11,6
- Tontoim REPUBLICANOSR$ 5 mil · 796 votosR$ 6,31
- Doutor Neto PODER$ 5 mil · 810 votosR$ 6,20
Votos por real
- 2016, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.