Paulo Victor
Paulo Victor de Oliveira Freitas · nasceu em 1987
Paulo Victor disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Tapira (PR)), pelo PHS: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 28 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Victor declarou R$ 101,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Paulo VictorR$ 101,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Paulo Victor declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Tapira (PR) · PHS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.55496%
- Próprio bolsoR$ 654%
Para onde foi
- Material impressoR$ 93958%
- PessoalR$ 40024,7%
- EscritórioR$ 21513,3%
- TransporteR$ 654%
Quanto custou cada voto: vereador, Tapira (PR), 2016
Paulo Victor: R$ 10,5 por voto (mediana da disputa, R$ 15,8). Quem venceu, Macarrão, gastou R$ 3,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 103; o mais barato, R$ 3,48.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Victor. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Laerte Do Bar MDBR$ 3,3 mil · 32 votosR$ 103
- Luis Pedreiro DEMR$ 711 · 8 votosR$ 88,9
- Antonio Brir MDBR$ 2,2 mil · 37 votosR$ 60,7
- Toninho Aoki PSLR$ 3,1 mil · 116 votosR$ 27,1
- Bá PSCR$ 6,1 mil · 268 votosR$ 22,9
- Ilsinho Da Saude PSCR$ 1,6 mil · 78 votosR$ 20,5
- Bel MDBR$ 1,3 mil · 85 votosR$ 15,8
- Paulo Victor PHSR$ 1,6 mil · 154 votosR$ 10,5
- Fí MDBR$ 3,5 mil · 343 votosR$ 10,3
- Claudemir Do Rodeio PTBR$ 2,3 mil · 257 votosR$ 9,13
- Ceara PSCR$ 1,7 mil · 215 votosR$ 7,91
- Macarrão PSCR$ 806 · 232 votosR$ 3,48
Votos por real
- 2016, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.