Paulo Sergio Costa
Paulo Sergio Figueiredo da Costa · nasceu em 1978
Paulo Sergio Costa se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2008), PPL (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Sergio Costa declarou R$ 16 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 8.073, já descontada a inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Sergio Costa declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,4 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Nhamundá (AM) · PPL · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 39988%
- PessoasR$ 5412%
Para onde foi
- Material impressoR$ 20845,9%
- TransporteR$ 19142,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5412%
Quanto custou cada voto: vereador, Nhamundá (AM), 2012
Mediana da disputa: R$ 65 por voto. Quem venceu, Neto Carvalho, gastou R$ 30,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 315; o mais barato, R$ 30,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Severino Brito MDBR$ 13 mil · 42 votosR$ 315
- Cabeça PSDR$ 20 mil · 211 votosR$ 94,6
- Manoel Filho MDBR$ 21 mil · 247 votosR$ 87
- Neto Beré MDBR$ 20 mil · 234 votosR$ 84
- Geraldo Bindá MDBR$ 18 mil · 249 votosR$ 71,4
- Antonio Carlos Chagas PPR$ 21 mil · 304 votosR$ 69,1
- Edvan Azevedo PRPR$ 19 mil · 285 votosR$ 65
- Marcinaldo Santos AVANTER$ 17 mil · 306 votosR$ 54,4
- Tabaco MDBR$ 19 mil · 354 votosR$ 52,3
- Jander Carvalho PPR$ 20 mil · 424 votosR$ 47,3
- Professor Jucenildo PPR$ 15 mil · 360 votosR$ 41,7
- Neto Carvalho PODER$ 14 mil · 461 votosR$ 30,4
Votos por real
- 2012, vereador: 222 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.