Cabeça
Francisco Valdemar Bulcão da Silva · nasceu em 1966
Cabeça se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSD (2012), PSDB (2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Cabeça declarou R$ 175,3 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amazonas.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amazonas em 2012.
- CabeçaR$ 175,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 15,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 118,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cabeça declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Nhamundá (AM) · PSB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: prefeito, Nhamundá (AM), 2020
Mediana da disputa: R$ 36,1 por voto. Quem venceu, Marina Pandolfo, gastou R$ 50 por voto. O voto mais caro custou R$ 50; o mais barato, R$ 10,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Marina Pandolfo PSDR$ 283 mil · 5.658 votosR$ 50
- Israel Paulain MDBR$ 173 mil · 4.788 votosR$ 36,1
- Mantegão PRTBR$ 13 mil · 1.188 votosR$ 10,7
Votos por real
- 2016, vereador: 297 votos por R$ 1.000, 8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.