Paulo Sergio
Paulo Sergio Ferreira · nasceu em 1974
Paulo Sergio se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PP (2012–2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, até o fundamental, vereador, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Sergio declarou R$ 310,3 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 64,2 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Paulo SergioR$ 310,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 50% de uma propriedade agrícola medindo 53HAR$ 143,6 milOutros bens e direitos
- Uma casa residencial adquirida pelo programa Minha casa…R$ 93,4 milCasa
- Um veículo FordR$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em mãosR$ 31,6 milDinheiro em espécie
- Uma moto honda CG fan 150R$ 5.746Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Sergio declarou ao TSE R$ 59 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 29 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Nova Belém (MG) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.41559%
- Próprio bolsoR$ 2.63235,1%
- Outros candidatosR$ 4425,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 4.24661,5%
- TransporteR$ 1.87127,1%
- ServiçosR$ 78011,3%
- EscritórioR$ 110,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Belém (MG), 2020
Paulo Sergio: R$ 95,9 por voto (mediana da disputa, R$ 95,9). Quem venceu, João Aristote, gastou R$ 36,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 679; o mais barato, R$ 36,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Sergio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Margarete Do Henrique PSDR$ 6,8 mil · 10 votosR$ 679
- Dilson Conenga PSDR$ 7,6 mil · 23 votosR$ 330
- Marquim Do João Correia PSBR$ 8,2 mil · 32 votosR$ 257
- Genilson Lima PSDR$ 16 mil · 125 votosR$ 129
- Mazim Leopoldo PSDBR$ 20 mil · 161 votosR$ 124
- Mascarino Honorato PSBR$ 23 mil · 217 votosR$ 108
- Paulo Sergio PSBR$ 6,9 mil · 72 votosR$ 95,9
- Fernando Roseno PSBR$ 14 mil · 161 votosR$ 86,7
- Bidu PSDR$ 22 mil · 286 votosR$ 77,4
- Sheila Da Saúde PSDR$ 8,6 mil · 120 votosR$ 71,9
- Carlin Do Rodo PSDR$ 10 mil · 146 votosR$ 71,7
- João Aristote PSDBR$ 8 mil · 221 votosR$ 36,2
Votos por real
- 2020, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 8,5 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 3,5 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.