Paulo Santana
Paulo Antonio de Santana · nasceu em 1949
Paulo Santana se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: AVANTE (2004–2008), PTB (2012), AVANTE (2016), DC (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 75 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Santana declarou R$ 263 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 128,1 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Santana declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Camaragibe (PE) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Camaragibe (PE), 2012
Mediana da disputa: R$ 15,3 por voto. Quem venceu, Armando Do Posto, gastou R$ 6,73 por voto. O voto mais caro custou R$ 40; o mais barato, R$ 6,73.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Danovan Morais PC do BR$ 12 mil · 298 votosR$ 40
- Vanvan DEMR$ 11 mil · 334 votosR$ 32,4
- Valderez PTBR$ 15 mil · 531 votosR$ 28,6
- Beto Accioly PLR$ 49 mil · 2.002 votosR$ 24,5
- Valeria PSCR$ 17 mil · 709 votosR$ 24,4
- Manoel Rodrigues PTBR$ 29 mil · 1.438 votosR$ 20,2
- Camarão Do Bolsa Familia PTBR$ 11 mil · 707 votosR$ 15,3
- Lula Do Armazém PC do BR$ 18 mil · 1.301 votosR$ 14,2
- Eduardo Napoleão PSLR$ 11 mil · 905 votosR$ 12
- Irmao Zezito PLR$ 11 mil · 905 votosR$ 12
- Edvaldo Barbosa PSCR$ 11 mil · 1.013 votosR$ 10,7
- Armando Do Posto PVR$ 12 mil · 1.755 votosR$ 6,73
Votos por real
- 2012, vereador: 273 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 167 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 190 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.