Eduardo Napoleão
Eduardo Napoleão Coelho de Miranda · nasceu em 1983
Eduardo Napoleão se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 4 partidos: DEM (2004), DC (2008), PSL (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 33 anos, superior incompleto, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Eduardo Napoleão declarou R$ 144,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 64 mil acima da inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Veiculo hiundai tucson gl 2.0 09/10 placa kkb 0808R$ 61,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo chevrolet classic 1.0 flex ls 2013/2014 adquirido…R$ 36,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Toyota corolla xli 1.6 16V vvtR$ 29,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat/uno mille fire flexR$ 10,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta corrente banco do brasilR$ 6.780Conta corrente no país
- Poupança banco do brasilR$ 3Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Eduardo Napoleão declarou ao TSE R$ 78 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 49 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Camaragibe (PE) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 17 mil91,3%
- Próprio bolsoR$ 1.6198,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.70741,4%
- TransporteR$ 7.06037,9%
- PessoalR$ 1.6198,7%
- ServiçosR$ 1.6198,7%
- EventosR$ 6143,3%
- EscritórioR$ 2< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Camaragibe (PE), 2016
Eduardo Napoleão: R$ 29,7 por voto (mediana da disputa, R$ 14,9). Quem venceu, Adriano Da Tabatinga, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 11,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Eduardo Napoleão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Amorim MDBR$ 23 mil · 115 votosR$ 201
- Davi Meira DEMR$ 30 mil · 856 votosR$ 34,9
- Eduardo Napoleão MDBR$ 19 mil · 628 votosR$ 29,7
- Romero Pontes DEMR$ 35 mil · 1.342 votosR$ 26,3
- Leonardo Lourenço PTBR$ 20 mil · 783 votosR$ 25,8
- Everaldo REDER$ 19 mil · 1.215 votosR$ 15,3
- Toninho PTBR$ 33 mil · 2.215 votosR$ 14,9
- Cabeça DEMR$ 31 mil · 2.163 votosR$ 14,5
- Roberto Da Loteria AGIRR$ 26 mil · 1.887 votosR$ 13,8
- Andre Da Farmacia PLR$ 22 mil · 1.672 votosR$ 13,2
- Lelo PDTR$ 25 mil · 1.932 votosR$ 12,9
- Adriano Da Tabatinga PVR$ 29 mil · 2.507 votosR$ 11,5
Votos por real
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.