Apuração
2º suplente de senador · 2022 · PP

Paulo Salomão

Paulo Jorge Salomão da Camara Nery · nasceu em 1980

Paulo Salomão se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2022, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,53← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PSDB2018SOLIDARIEDADE2020DEM2022PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PSDB (2016), SOLIDARIEDADE (2018), DEM (2020), PP (2022).

Suplente sen.Dep. federalVice-prefeitoPartidoPSDBSOLIDARIEDADEDEMPP2016201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 2º suplente de senador, 2022, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2022: 42 anos, superior completo, médico, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    2º suplente de senador · Mato Grosso do Sul
    PP 111· direita
    Na chapa de Tereza Cristina
    chapa eleita829.149 votos da chapa
  2. 2020
    Vice-prefeito · Três Lagoas (MS)
    DEM 45· direita
    Na chapa de Ângelo Guerreiro
    chapa eleita33.331 votos da chapa, 63,9%
  3. 2018
    Deputado federal · Mato Grosso do Sul
    SOLIDARIEDADE 7777· centro-direita
    suplente10.067 votos; 23º mais votado de 117 no estado
  4. 2016
    Vice-prefeito · Três Lagoas (MS)
    PSDB 45· centro-direita
    Na chapa de Ângelo Guerreiro
    chapa eleita30.033 votos da chapa, 59,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Paulo Salomão teve 10.067 votos para deputado federal, 0,8% dos votos válidos do estado: 23º lugar entre 117 candidatos.

Recebeu votos em 70 cidades. Três Lagoas deu 71,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,5%.

10.067 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 10.067 votos.
  1. Três Lagoas (MS)7.165 votos71,2%
  2. Campo Grande (MS)1.278 votos12,7%
  3. Bataguassu (MS)148 votos1,5%
  4. Ribas do Rio Pardo (MS)103 votos1%
  5. Dourados (MS)101 votos1%
  6. Outras 55 cidades654 votos6,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Paulo Salomão declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2022.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 886.224 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2022, do maior ao menor
  1. Apartamento no 197 com vaga de garagem no 69R$ 457,7 mil
    Apartamento
  2. Imovél c/participação de 50% no valor de 450.000R$ 271 mil
    Outros bens imóveis
  3. Lote de terreno sob no 5A9B da quadra 32R$ 84,3 mil
    Terreno
  4. Lote de terreno no 19 da quadra no 24 do loteamento jardim…R$ 72,3 mil
    Terreno
  5. Lote de terreno sob no 05 da quadra 33R$ 60,2 mil
    Terreno
  6. Lote de terreno sob no 06 da quadra 33R$ 54,2 mil
    Terreno
  7. Lote de terreno sob no 04 da quadra 33R$ 37,5 mil
    Terreno
  8. Lote de terreno sob no 03 da quadra 33R$ 18,1 mil
    Terreno
  9. Aplicacao de renda fixaR$ 12,2 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  10. Deposito em conta corrente banco do bradescoR$ 1
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Paulo Salomão declarou ao TSE R$ 662 mil em receitas, em reais de hoje, 96% de dinheiro público.

2018 · Deputado federal · Mato Grosso do Sul · SOLIDARIEDADE · suplente

De onde veio

R$ 662,1 mil
96% veio de fundos públicos; 24 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 662,1 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Solidariedade - Brasil - Br - NacionalR$ 633,3 mil95,6%
  2. PessoasR$ 27,3 mil4,1%
  3. Outros candidatosR$ 1.5310,2%

Para onde foi

R$ 633,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 633,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal215 pessoas, não nomeadasR$ 276,8 mil43,7%
  2. ServiçosR$ 27,9 mil4,4%
  3. EscritórioR$ 8720,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso do Sul, 2018

Paulo Salomão: R$ 62,9 por voto (mediana da disputa, R$ 41,5). Quem venceu, Rose Modesto, gastou R$ 9,25 por voto. O voto mais caro custou R$ 510; o mais barato, R$ 8,72.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Salomão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 22 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.