Paulo Rosa
Paulo Rosa de Oliveira · nasceu em 1935
Paulo Rosa disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Inhapim (MG)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 69 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Paulo Rosa declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Inhapim (MG) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de Tyler Sports Comércio Representações Ltda - MeR$ 3.25816,7%
- EscritórioR$ 750,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Inhapim (MG), 2004
Paulo Rosa: R$ 39,3 por voto (mediana da disputa, R$ 20,9). Quem venceu, Bó Chagas, gastou R$ 16,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,3; o mais barato, R$ 16,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Rosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Rosa PSDBR$ 20 mil · 497 votosR$ 39,3
- Grimaldo Paredão MDBR$ 195 mil · 5.338 votosR$ 36,6
- João Batista Marques PSBR$ 52 mil · 2.490 votosR$ 20,9
- Bó Chagas DEMR$ 91 mil · 5.526 votosR$ 16,5
Votos por real
- 2004, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.