Apuração
Prefeito · 2012 · PT

Paulo Roberto

Paulo Roberto Correa · nasceu em 1965

Paulo Roberto disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Manhumirim (MG)), pelo PT: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPT2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Manhumirim (MG)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito3.560 votos, 29,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Paulo Roberto declarou R$ 89,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 89,1 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 40.641 na declaração)

Declarou 17% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.

  • Paulo RobertoR$ 89,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 89,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Rua germano duarteR$ 43,8 mil
    Casa
  2. Quotas de capital na empresa bem-me-querR$ 43,8 mil
    Outras participações societárias
  3. Caixa economica federalR$ 1.043
    Conta corrente no país
  4. Caixa economica federalR$ 362
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Paulo Roberto declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Manhumirim (MG) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 15,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 4.33228,8%

Para onde foi

R$ 15,1 mil
O maior gasto foi com serviços: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 10,6 mil70,5%
  2. PessoalR$ 2.01413,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Manhumirim (MG), 2012

Paulo Roberto: R$ 4,23 por voto (mediana da disputa, R$ 4,56). Quem venceu, Darci Braga, gastou R$ 34,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 34,7; o mais barato, R$ 4,23.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Roberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 236 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.