Apuração
Vereador · 2016 · DEM

Paulo Roberto

Paulo Roberto de Oliveira Lopes · nasceu em 1970

Paulo Roberto se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012MDB2016DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2012), DEM (2016).

PrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoMDBDEM2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    DEM 25111· direita
    suplente197 votos
  2. 2012
    MDB 15· centro-direita
    Na chapa de Fafa
    chapa eleita3.228 votos da chapa, 51,9%
  3. 2008
    MDB 15· centro· na urna, Paulo Roberto, Paulo
    não eleito2.534 votos, 47,4%
  4. 2004
    MDB 15· centro
    não eleito2.126 votos, 47,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulo Roberto declarou R$ 122,7 mil em bens, em reais de hoje: 6,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 36,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 122,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 75.500 na declaração)

Declarou 6,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.

  • Paulo RobertoR$ 122,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 122,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Roberto declarou ao TSE R$ 213 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 105 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · São Miguel do Gostoso (RN) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 6.218
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.218.
  1. Próprio bolsoR$ 5.57089,6%
  2. PessoasR$ 64810,4%

Para onde foi

R$ 6.218
O maior gasto foi com transporte: 82% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.218.
  1. TransporteR$ 5.06881,5%
  2. OutrosR$ 64810,4%
  3. Material impressoR$ 3405,5%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 1622,6%

Quanto custou cada voto: vereador, São Miguel do Gostoso (RN), 2016

Paulo Roberto: R$ 31,6 por voto (mediana da disputa, R$ 51). Quem venceu, Micarla Catarina, gastou R$ 19,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 243; o mais barato, R$ 19,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Roberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Prof. Irani PLR$ 5,8 mil · 24 votosR$ 243
  • Katiana PTR$ 13 mil · 84 votosR$ 159
  • Dola PLR$ 6,9 mil · 87 votosR$ 79,9
  • Max PSDBR$ 5,7 mil · 91 votosR$ 62,4
  • Jubenick PTR$ 9,5 mil · 158 votosR$ 60,4
  • Irmã Iramar PLR$ 5,8 mil · 107 votosR$ 54,6
  • Raimundo Antena PC do BR$ 7,9 mil · 155 votosR$ 51
  • Beto De Agostinho PHSR$ 17 mil · 408 votosR$ 41,1
  • Paulo Roberto DEMR$ 6,2 mil · 197 votosR$ 31,6
  • Ednaldo Coutinho PRPR$ 7,8 mil · 305 votosR$ 25,5
  • Zé De Luzenário PC do BR$ 9,1 mil · 404 votosR$ 22,4
  • Micarla Catarina PSBR$ 8,2 mil · 427 votosR$ 19,2

Votos por real

  • 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 20 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.