Apuração
Vereador · 2008 · PSDB

Paulo Ricardo

Paulo Ricardo Heinen · nasceu em 1962

Paulo Ricardo se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSDB.

VereadorPartidoPSDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 46 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Mato Leitão (RS)
    PSDB 45222· centro-direita
    suplente91 votos
  2. 2004
    Vereador · Mato Leitão (RS)
    PSDB 45222· centro-direita
    suplente70 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Paulo Ricardo declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 9,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 393.000 na declaração)

Declarou 9,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Paulo RicardoR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. 1 Fração de terras com 236.221R$ 512,3 mil
    Bens rurais e animais
  2. Casa em alvenaria de aproximadamente 186 m²R$ 242,7 mil
    Imóveis
  3. 1 Terreno de 330 m² na rua leopoldo a.hinterholzR$ 134,8 mil
    Imóveis
  4. Automóvel modelo cenic estrassionR$ 102,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Terreno de 440M² na rua ottto bugsR$ 67,4 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Ricardo declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Mato Leitão (RS) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 1.264
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.264.
  1. Próprio bolsoR$ 1.14690,7%
  2. PartidoR$ 1189,3%

Para onde foi

R$ 1.261
O maior gasto foi com transporte: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.261.
  1. TransporteR$ 53542,5%
  2. Material impressoR$ 20916,6%
  3. ServiçosR$ 18714,9%
  4. EscritórioR$ 18214,4%
  5. OutrosR$ 14711,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Mato Leitão (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 47,1 por voto. Quem venceu, Rony Stohr, gastou R$ 14,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 114; o mais barato, R$ 14,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • João Edgar Dahlem MDBR$ 3,1 mil · 27 votosR$ 114
  • Chiquinho MDBR$ 6,2 mil · 86 votosR$ 72,2
  • Betinha PTBR$ 2,7 mil · 39 votosR$ 69,6
  • Loraci Schwengber PPR$ 7,4 mil · 110 votosR$ 66,8
  • Eraldo Costa PPR$ 2,9 mil · 52 votosR$ 56,6
  • Andre Heinen MDBR$ 1,8 mil · 34 votosR$ 53,1
  • Ornelio Pohl PPR$ 2,7 mil · 58 votosR$ 47,1
  • Nelson Maldaner PPR$ 4,3 mil · 97 votosR$ 44,2
  • Arcenio S. Maldaner MDBR$ 4,4 mil · 104 votosR$ 41,9
  • Almir Nicolay PPR$ 7,4 mil · 176 votosR$ 41,8
  • Sergio Machado PPR$ 2,8 mil · 130 votosR$ 21,4
  • Rony Stohr PSDBR$ 1,8 mil · 124 votosR$ 14,6

Votos por real

  • 2008, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.