Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Chiquinho

Elemar Luiz Sterz · nasceu em 1959

Chiquinho disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Mato Leitão (RS)), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, ensino médio, trabalhador de construção civil. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Mato Leitão (RS)
    MDB 15200· centro
    suplente86 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Chiquinho declarou R$ 18,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 18,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 7.000 na declaração)

Declarou 18% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • ChiquinhoR$ 18,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 18,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Chiquinho declarou ao TSE R$ 6,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Mato Leitão (RS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 6.212
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 6.212
O maior gasto foi com serviços: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.212.
  1. ServiçosR$ 3.20551,6%
  2. TransporteR$ 2.61042%
  3. EscritórioR$ 2383,8%
  4. Material impressoR$ 1582,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Mato Leitão (RS), 2008

Chiquinho: R$ 72,2 por voto (mediana da disputa, R$ 47,1). Quem venceu, Rony Stohr, gastou R$ 14,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 114; o mais barato, R$ 14,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chiquinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • João Edgar Dahlem MDBR$ 3,1 mil · 27 votosR$ 114
  • Chiquinho MDBR$ 6,2 mil · 86 votosR$ 72,2
  • Betinha PTBR$ 2,7 mil · 39 votosR$ 69,6
  • Loraci Schwengber PPR$ 7,4 mil · 110 votosR$ 66,8
  • Eraldo Costa PPR$ 2,9 mil · 52 votosR$ 56,6
  • Andre Heinen MDBR$ 1,8 mil · 34 votosR$ 53,1
  • Ornelio Pohl PPR$ 2,7 mil · 58 votosR$ 47,1
  • Nelson Maldaner PPR$ 4,3 mil · 97 votosR$ 44,2
  • Arcenio S. Maldaner MDBR$ 4,4 mil · 104 votosR$ 41,9
  • Almir Nicolay PPR$ 7,4 mil · 176 votosR$ 41,8
  • Sergio Machado PPR$ 2,8 mil · 130 votosR$ 21,4
  • Rony Stohr PSDBR$ 1,8 mil · 124 votosR$ 14,6

Votos por real

  • 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.