Paulo Pizzolatti
Paulo Mauricio Pizzolatti · nasceu em 1959
Paulo Pizzolatti se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 53 anos, superior completo, prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Pizzolatti declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 302,7 mil acima da inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Santa Catarina em 2012.
- Paulo PizzolattiR$ 1,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 645,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 686,4 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 13 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Casa de alvenaria sito a rua boa vistaR$ 876,5 milCasa
- SaldoR$ 219,1 milDinheiro em espécie
- Caminhoneta kia sportageR$ 175,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Aplicações unicred blumenauR$ 38,3 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Terreno com 17380 M2 sito na rua boa vistaR$ 32,4 milTerreno
- Sala comercial n. 607R$ 30,7 milSala ou conjunto
- Capital social da empresa policlinica pomerode LTDAR$ 27,4 milQuotas ou quinhões de capital
- SaldoR$ 22,2 milConta corrente no país
- Sala comercial n. 606R$ 21,9 milSala ou conjunto
- Capital na unicred blumenauR$ 19,8 milQuotas ou quinhões de capital
- Fiat uno, ano 1997R$ 17,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- OurocapR$ 4.617Fundo de Investimento Imobiliário
- SaldoR$ 679Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Pizzolatti declarou ao TSE R$ 743 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 494 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Pomerode (SC) · PP · não eleito
De onde veio
- Pessoas118 pessoas, não nomeadasR$ 241,7 mil49%
- Próprio bolsoR$ 73,3 mil14,9%
- Fundo partidárioTudo de Direção NacionalR$ 43,3 mil8,8%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Studio 20R$ 56,7 mil11,5%
- TransporteR$ 16,4 mil3,3%
- OutrosR$ 11,7 mil2,4%
- EscritórioR$ 7.0591,4%
- ServiçosR$ 1.9490,4%
- PesquisasR$ 217< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pomerode (SC), 2012
Paulo Pizzolatti: R$ 59,5 por voto (mediana da disputa, R$ 35,4). Quem venceu, Rolf Nicolodelli, gastou R$ 9,24 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,5; o mais barato, R$ 9,24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Pizzolatti. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Pizzolatti PPR$ 494 mil · 8.299 votosR$ 59,5
- Antenor Zimermon PTR$ 41 mil · 1.160 votosR$ 35,4
- Rolf Nicolodelli MDBR$ 78 mil · 8.480 votosR$ 9,24
Votos por real
- 2012, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 31 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.