Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Paulo Peixoto

Paulo Rogério de Menezes Peixoto · nasceu em 1965

Paulo Peixoto se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,19← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012 e 2016.

Sempre pelo MDB.

PrefeitoVice-prefeitoPartidoMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Rolador (RS)
    MDB 15· centro-direita
    eleito1.174 votos, 57,8%
  2. 2012
    Prefeito · Rolador (RS)
    MDB 15· centro-direita
    eleito1.294 votos, 55,1%
  3. 2008
    Vice-prefeito · Rolador (RS)
    MDB 40· centro
    Na chapa de Eloi Batista
    chapa eleita1.273 votos da chapa, 53,6%
  4. 2004
    Vice-prefeito · Rolador (RS)
    MDB 40· centro
    Na chapa de Eloi Batista
    chapa eleita1.277 votos da chapa, 54,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulo Peixoto declarou R$ 40,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 4,8 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 40,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 25.000 na declaração)

Declarou 8% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Paulo PeixotoR$ 40,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 40,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Peixoto declarou ao TSE R$ 368 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 336 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Rolador (RS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 32,6 mil
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 32,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 27,5 mil84,3%
  2. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 5.11015,7%

Para onde foi

R$ 32,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 32,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 4.85814,9%
  2. OutrosTudo de Farlen Wagner Seibert 02229623052R$ 3.2389,9%
  3. Rádio, TV e vídeo2 pessoas, não nomeadasR$ 2.4297,4%
  4. ServiçosR$ 8102,5%
  5. EscritórioR$ 920,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Rolador (RS), 2016

Paulo Peixoto: R$ 27,8 por voto (mediana da disputa, R$ 27,8).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 3,9 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.