Apuração
Vice-prefeito · 2008 · DEM

Paulo Nunes

Paulo Nunes da Cruz · nasceu em 1965

Paulo Nunes se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,60← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSL2008DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSL (2004), DEM (2008).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSLDEM200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vice-prefeito · Castilho (SP)
    DEM 25· direita
    Na chapa de Fátima Nascimento
    chapa não eleita4.168 votos da chapa, 41,7%
  2. 2004
    Vereador · Castilho (SP)
    PSL 17677· direita
    suplente306 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Paulo Nunes declarou R$ 219,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 219,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 81.500 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 219,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Casa alvenariaR$ 75,5 mil
    Imóveis
  2. Casa alvenariaR$ 75,5 mil
    Imóveis
  3. CarroR$ 36,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Capital de microempresaR$ 21,6 mil
    Empresas e participações
  5. MotoR$ 10,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Paulo Nunes declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Castilho (SP) · PSL · suplente

De onde veio

R$ 4.887
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.887.
  1. PessoasR$ 3.25866,7%
  2. Próprio bolsoR$ 1.62933,3%

Para onde foi

R$ 5.056
O maior gasto foi com material impresso: 80% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.056.
  1. Material impressoR$ 4.05680,2%
  2. ServiçosR$ 63512,6%
  3. TransporteR$ 3266,4%
  4. EscritórioR$ 390,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Castilho (SP), 2004

Paulo Nunes: R$ 16,5 por voto (mediana da disputa, R$ 25,3). Quem venceu, Carlinhos Da Algodoeira, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 499; o mais barato, R$ 15,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Nunes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.