Paulo Nogueira
nasceu em 1952
Paulo Nogueira disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Cordislândia (MG)), pelo PSD: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 59 anos, ensino médio, técnico em agronomia e agrimensura. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Nogueira declarou R$ 184,4 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 35% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.
- Paulo NogueiraR$ 184,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, Paulo Nogueira declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2012 · Prefeito · Cordislândia (MG) · PSD · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.73326,7%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Luciano Gomes ProducoesR$ 65010%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cordislândia (MG), 2012
Paulo Nogueira: R$ 72,2 por voto (mediana da disputa, R$ 44,2). Quem venceu, Juninho, gastou R$ 44,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 72,2; o mais barato, R$ 38,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Nogueira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Nogueira PSDR$ 6,5 mil · 90 votosR$ 72,2
- Mané Fubá PLR$ 44 mil · 992 votosR$ 44,6
- Juninho PPR$ 56 mil · 1.277 votosR$ 44,2
- Maurinho PTR$ 15 mil · 388 votosR$ 38,6
Votos por real
- 2012, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.