Apuração
Vereador · 2008 · PDT

Paulo Moranza

Paulo Célio Moranza · nasceu em 1954

Paulo Moranza se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 54 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Sumaré (SP)
    PDT 12345· centro-esquerda
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Sumaré (SP)
    PDT 12345· centro-esquerda
    suplente1.085 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Paulo Moranza declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 489.912 na declaração)

Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Paulo MoranzaR$ 1,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 13 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Gleba de terraR$ 728 mil
    Bens rurais e animais
  2. Saldo acumulado VGBLR$ 311,8 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. VEICULO/98R$ 72,5 mil
    Outros
  4. 25% Cota empresaR$ 67,4 mil
    Empresas e participações
  5. 16,66% De um predio residencialR$ 37,6 mil
    Imóveis
  6. 16,66% ImóvelR$ 25,6 mil
    Imóveis
  7. 16,66% Lote terrenoR$ 23,6 mil
    Imóveis
  8. 16,66% Gleba de terraR$ 18,7 mil
    Bens rurais e animais
  9. 50% Cota empresaR$ 13,5 mil
    Empresas e participações
  10. 16,66% Lote terrenoR$ 8.734
    Imóveis
  11. Saldo bancarioR$ 8.566
    Dinheiro e aplicações
  12. Saldo bancarioR$ 5.077
    Dinheiro e aplicações
  13. Funfo ficR$ 11
    Outros

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Moranza declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 37 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Sumaré (SP) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 37,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 13,3 mil35,5%
  2. PessoasR$ 9.26624,8%
  3. EmpresasR$ 7.03418,8%
  4. PartidoR$ 5.66315,1%
  5. Outros candidatosR$ 2.1535,8%

Para onde foi

R$ 37,4 mil
O maior gasto foi com outros: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37,4 mil.
  1. OutrosR$ 24 mil64,1%
  2. Material impressoR$ 4.77412,8%
  3. TransporteR$ 3.88010,4%
  4. PessoalR$ 3.2138,6%
  5. ServiçosR$ 1.3393,6%
  6. EscritórioR$ 2140,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Sumaré (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 42,3 por voto. Quem venceu, Welington Da Farmacia, gastou R$ 19,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 103; o mais barato, R$ 19,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 8,1 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 703 votos por R$ 1.000, 6,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.