Claudio Meskan
Clauduir Aparecido Menes · nasceu em 1960
Claudio Meskan se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Claudio Meskan declarou R$ 196,4 mil em bens, em reais de hoje: 8,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 828,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 8,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Claudio MeskanR$ 196,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudio Meskan declarou ao TSE R$ 130 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 72 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sumaré (SP) · PSB · eleito
De onde veio
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 19,4 mil96,1%
- PartidoR$ 7933,9%
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 3.23816,1%
- ServiçosR$ 7933,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Sumaré (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 55,8 por voto. Quem venceu, Joel, gastou R$ 10 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,8; o mais barato, R$ 10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dr. Rui REPUBLICANOSR$ 74 mil · 913 votosR$ 80,8
- Dalmo Machado PSDBR$ 36 mil · 452 votosR$ 79,7
- Dito Lustosa PTBR$ 54 mil · 930 votosR$ 58,4
- Geraldo Medeiros PTR$ 41 mil · 718 votosR$ 56,7
- Tavares CIDADANIAR$ 57 mil · 999 votosR$ 56,7
- Décio Marmirolli PSBR$ 125 mil · 2.246 votosR$ 55,8
- Marcos De Paula PSBR$ 61 mil · 1.119 votosR$ 54,9
- Paulão Do União SOLIDARIEDADER$ 48 mil · 937 votosR$ 51,4
- Marcio Brianes PC do BR$ 45 mil · 1.517 votosR$ 29,9
- Willian Souza PTR$ 83 mil · 3.438 votosR$ 24
- Joel SOLIDARIEDADER$ 39 mil · 3.890 votosR$ 10
Votos por real
- 2016, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.