Paulo Martins
Paulo Cezar de Sousa Martins · nasceu em 1971
Paulo Martins se candidatou em 8 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2010.
Passou por 2 partidos: PT (2004–2018), SOLIDARIEDADE (2022), PT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, ensino médio, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2018, parda em 2022. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado estadual · PiauíSOLIDARIEDADE 77777· centro-direitasuplente13.171 votos; 47º mais votado de 190 no estado
- 2018
- 2012
- 2010Deputado estadual · PiauíPT 13252· centro-esquerdaeleito23.112 votos; 26º mais votado de 184 no estado
- 2008
- 2006Deputado estadual · PiauíPT 13252· centro-esquerdasuplente18.396 votos; 33º mais votado de 179 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Paulo Martins teve 13.171 votos para deputado estadual, 0,7% dos votos válidos do estado: 47º lugar entre 190 candidatos.
Recebeu votos em 169 cidades. Campo Maior deu 38,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,0%.
As outras 3 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Paulo Martins declarou R$ 219,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 76,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Piauí em 2024.
- Paulo MartinsR$ 219,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 295,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 336,7 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 8 campanhas com contas prestadas, Paulo Martins declarou ao TSE R$ 3,2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 661 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Campo Maior (PI) · PT · não eleito
De onde veio
- Pessoas27 pessoas, não nomeadasR$ 124,6 mil41,4%
- Próprio bolsoR$ 21,9 mil7,3%
Para onde foi
- Serviços8 pessoas, não nomeadasR$ 42,7 mil14,5%
- Pessoal47 pessoas, não nomeadasR$ 15,6 mil5,3%
- OutrosR$ 11,6 mil3,9%
- EventosR$ 7.3822,5%
- EscritórioR$ 1.9420,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Campo Maior (PI), 2024
Paulo Martins: R$ 28,9 por voto (mediana da disputa, R$ 28,9). Quem venceu, Joãozinho Félix, gastou R$ 20,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 69,5; o mais barato, R$ 20,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Martins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ribamar Cabral PSOLR$ 16 mil · 236 votosR$ 69,5
- Paulo Martins PTR$ 295 mil · 10.207 votosR$ 28,9
- Joãozinho Félix PPR$ 380 mil · 18.804 votosR$ 20,2
Votos por real
- 2024, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2022, deputado estadual: 63 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 49 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.