Apuração
Vereador · 2016 · PT

Paulo Malerba

Paulo Eduardo Silva Malerba · nasceu em 1984

Paulo Malerba se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT2014PT2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadorPartidoPT20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, superior completo, bancário e economiário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Jundiaí (SP)
    PT 13000· centro-esquerda
    não eleito3.215 votos
  2. 2014
    Deputado estadual · São Paulo
    PT 13310· centro-esquerda
    suplente34.097 votos; 146º mais votado de 1.878 no estado
  3. 2012
    Vereador · Jundiaí (SP)
    PT 13000· centro-esquerda
    eleito3.288 votos
  4. 2008
    Vereador · Jundiaí (SP)
    PT 13000· centro-esquerda· na urna, Paulo Eduardo Malerba
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Paulo Malerba teve 34.097 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 146º lugar entre 1.878 candidatos.

Recebeu votos em 254 cidades. São Paulo deu 51,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,9%.

34.097 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 34.097 votos.
  1. São Paulo (SP)17.452 votos51,2%
  2. Jundiaí (SP)7.878 votos23,1%
  3. Itupeva (SP)1.088 votos3,2%
  4. Várzea Paulista (SP)996 votos2,9%
  5. Campo Limpo Paulista (SP)595 votos1,7%
  6. Outras 239 cidades3.433 votos10,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulo Malerba declarou R$ 185,6 mil em bens, em reais de hoje: 7,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 180,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 185,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 114.253 na declaração)

Declarou 7,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Paulo MalerbaR$ 185,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 185,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Entrada em casa residencial usadaR$ 81,2 mil
    Casa
  2. Um veículo ford fiesta hatchR$ 56,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Investimento no fundo BB ref di lp megaR$ 48,3 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  4. C/c bando do brasilR$ 58
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulo Malerba declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 999 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Jundiaí (SP) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 62,9 mil
0% veio de fundos públicos; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 62,9 mil.
  1. PessoasR$ 34,8 mil55,3%
  2. Próprio bolsoR$ 27,4 mil43,6%
  3. Outros candidatosR$ 6641,1%

Para onde foi

R$ 62,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 62,9 mil.
  1. Material impressoR$ 29,8 mil47,4%
  2. PessoalR$ 14,4 mil22,9%
  3. TransporteR$ 11 mil17,6%
  4. EscritórioR$ 3.2825,2%
  5. ServiçosR$ 1.9433,1%
  6. Rádio, TV e vídeoR$ 1.2952,1%
  7. OutrosR$ 1.1331,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Jundiaí (SP), 2016

Paulo Malerba: R$ 19,6 por voto (mediana da disputa, R$ 56,3). Quem venceu, Gustavo Martinelli, gastou R$ 13,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 13,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Malerba. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 34 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.