Apuração
Prefeito · 2004 · PL

Paulo Maciel

Paulo José Maciel Nogueira · nasceu em 1965

Paulo Maciel se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PL2004PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PL.

Dep. federalPrefeitoPartidoPL20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 38 anos, ensino médio, estatistico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    PL 22· direita
    não eleito511 votos, 8,0%
  2. 2002
    Deputado federal · Mato Grosso
    PL 2234· direita
    suplente1.025 votos; 45º mais votado de 63 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Paulo Maciel teve 1.025 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 45º lugar entre 63 candidatos.

Recebeu votos em 34 cidades. Vila Bela da Santíssima Trindade deu 86,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,1%.

1.025 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.025 votos.
  1. Vila Bela da Santíssima Trindade (MT)885 votos86,3%
  2. Pontes e Lacerda (MT)45 votos4,4%
  3. Cáceres (MT)19 votos1,9%
  4. Cuiabá (MT)16 votos1,6%
  5. Comodoro (MT)13 votos1,3%
  6. Outras 19 cidades19 votos1,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Maciel declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 19 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Vila Bela da Santíssima Trindade (MT) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 19,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 12,7 mil66,1%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 6.51633,9%

Para onde foi

R$ 19,2 mil
O maior gasto foi com escritório: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19,2 mil.
  1. EscritórioR$ 9.44849,2%
  2. TransporteR$ 6.51633,9%
  3. Material impressoR$ 3.25816,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Vila Bela da Santíssima Trindade (MT), 2004

Paulo Maciel: R$ 37,6 por voto (mediana da disputa, R$ 114). Quem venceu, Wagner, gastou R$ 142 por voto. O voto mais caro custou R$ 142; o mais barato, R$ 37,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Maciel. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 161 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.