Apuração
Vereador · 2012 · PT

Paulo Jose

Paulo Jose Lopes · nasceu em 1950

Paulo Jose se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT2008PT2012PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadorPartidoPT200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Magé (RJ)
    PT 13131· centro-esquerda
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Magé (RJ)
    PT 13131· centro-esquerda· na urna, Paulo José
    suplente
  3. 2004
    Vereador · Magé (RJ)
    PT 13131· centro-esquerda· na urna, Paulo José
    suplente
  4. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PT 13131· centro-esquerda· na urna, Paulo José
    suplente5.246 votos; 276º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Paulo Jose teve 5.246 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 276º lugar entre 1.233 candidatos.

Recebeu votos em 78 cidades. Magé deu 55,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,7%.

5.246 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 5.246 votos.
  1. Magé (RJ)2.883 votos55%
  2. Rio de Janeiro (RJ)979 votos18,7%
  3. São Gonçalo (RJ)280 votos5,3%
  4. Guapimirim (RJ)147 votos2,8%
  5. Niterói (RJ)142 votos2,7%
  6. Outras 63 cidades277 votos5,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Paulo Jose declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 617 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 494.993 na declaração)

Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Rua pastor domingos lageR$ 438,3 mil
    Casa
  2. Super poupança itauR$ 189,2 mil
    Caderneta de poupança
  3. 1/9 Do lote 08 quadra g loteamento montes brancos cabo frioR$ 153,4 mil
    Terreno
  4. Fiat linea ano 2008R$ 137 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. EspecieR$ 87,7 mil
    Dinheiro em espécie
  6. Rua da linhaR$ 32,9 mil
    Casa
  7. Poupança itauR$ 24,5 mil
    Caderneta de poupança
  8. Capital social de p j lopes livraria e papelaria MER$ 21,9 mil
    Outras participações societárias

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulo Jose declarou ao TSE R$ 62 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 20 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Magé (RJ) · PT · suplente

De onde veio

R$ 13,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,8 mil.
  1. PessoasR$ 7.04051,2%
  2. PartidoR$ 6.71548,8%

Para onde foi

R$ 13,8 mil
O maior gasto foi com escritório: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,8 mil.
  1. EscritórioR$ 7.04051,2%
  2. Material impressoR$ 6.71548,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Magé (RJ), 2012

Mediana da disputa: R$ 69,1 por voto. Quem venceu, Werner Saraiva, gastou R$ 32 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,1; o mais barato, R$ 32.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 265 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.