Carlos Prata
Jose Carlos Prata Moreira · nasceu em 1956
Carlos Prata se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 5 partidos: PRONA (2002), PDT (2004), PSB (2008–2016), PL (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 68 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroPRONA 56611· direitasuplente7.843 votos; 216º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Carlos Prata teve 7.843 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 216º lugar entre 1.233 candidatos.
Recebeu votos em 43 cidades. Magé deu 79,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Carlos Prata declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 799,8 mil acima da inflação.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Carlos Prata declarou ao TSE R$ 663 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 252 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Magé (RJ) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 57,7 mil77,3%
- Próprio bolsoR$ 17 mil22,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 25,1 mil33,6%
- PessoalR$ 22,2 mil29,7%
- TransporteR$ 18,9 mil25,3%
- EscritórioR$ 5.7717,7%
- OutrosR$ 2.7603,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Magé (RJ), 2020
Carlos Prata: R$ 45,4 por voto (mediana da disputa, R$ 55,2). Quem venceu, Silmar Braga , gastou R$ 27,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.889; o mais barato, R$ 27,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Prata. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bianca Santos MDBR$ 57 mil · 30 votosR$ 1.889
- Jeane Santos MDBR$ 79 mil · 90 votosR$ 877
- Eliane Silva MDBR$ 79 mil · 127 votosR$ 620
- Michelle Do Hercules PPR$ 71 mil · 365 votosR$ 194
- Vagner Família SOLIDARIEDADER$ 96 mil · 804 votosR$ 120
- Joãozinho Da Serrana PPR$ 57 mil · 668 votosR$ 84,7
- Clevinho Vidal PC do BR$ 84 mil · 1.515 votosR$ 55,2
- Carlos Prata PLR$ 75 mil · 1.647 votosR$ 45,4
- Valdeck PPR$ 175 mil · 4.672 votosR$ 37,5
- Álvaro Alencar PTR$ 56 mil · 1.527 votosR$ 36,8
- Léo Da Vila CIDADANIAR$ 74 mil · 2.660 votosR$ 27,8
- Silmar Braga PLR$ 68 mil · 2.464 votosR$ 27,5
Votos por real
- 2020, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.